Por que a minha dor não melhora?

Primeiramente é preciso entender que a percepção de dor é muito individual e sua intensidade sofre influência de muitos fatores e, além disso, a INTENSIDADE dessa dor não depende do tamanho da lesão para produzir a sensação dolorosa.

A dor é multifatorial, ou seja, ela sofre influência de vários fatores. Confira quais:

  • ESTILO DE VIDA: sedentarismo, alimentação, fumo, bebida, treina muito pesado, dorme pouco;
  • INFLUÊNCIAS EXTERNAS: estresse no trabalho, dificuldades na família;
  • ASPECTOS PSICOLOGOS: pessimismo, crenças, ansiedade, depressão.

Mas entenda que a dor é algo fisiológico e é necessária para nossa proteção.

O problema está em ela ser constante e incessante. E se isso acontece com você, certamente tem um impacto na qualidade da sua vida, como independência, humor, relacionamentos e até sua produtividade.

Portanto, aqui vão algumas dicas para te ajudar na gestão e controle da dor:

Alimente-se bem

Isso quer dizer se abster de alimentos que promovam ou que estimulem o quadro inflamatório tecidual.

Alguns tipos de alimentos desencadeiam ou mantém um estado inflamatório constante no corpo, como, por exemplo, o açúcar, leite e o excesso de glúten.

Uma alimentação variada e rica em legumes, verduras, frutas, grãos e sementes, certamente terá efeito anti-inflamatório no seu corpo.

Controle o estresse

Os altos níveis de estresse desregulam o mecanismo da dor, exacerbando ou mantendo por tempo prolongando o estímulo doloroso.

A tensão ainda provoca mais estresse muscular, podendo desencadear crises dolorosas.

Além disso, o estresse e os pensamentos negativos também trazem esses sintomas físicos.

Adote estratégias para administrar seus conflitos e controlar seu estresse.

Pratique exercícios para combater a dor

As endorfinas, substância liberada durante e após o exercício, são analgésicas e geram sensação de prazer, atenuando as dores existentes.

E para prevenir dores futuras você precisa de um fortalecimento global articular e muscular.

Por isso é sempre importante descobrir qual a melhor atividade, intensidade e frequência para você. Faça isso através de uma avaliação de um fisioterapeuta e de um profissional educador físico. Conte conosco nessa busca por mais saúde e bem-estar.